A Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado de Monte Carmelo (monteCCer) apresentou nesta quinta-feira (18) um programa inédito para avaliar o resultado das práticas de preservação ambiental nas lavouras de café dos cooperados.
O projeto começa em 11 propriedades e conta com o apoio da Rainforest Alliance/IKEA, da empresa FronterraBio e do laboratório Labras. A ideia é simples: analisar o solo e as folhas das plantas para entender como o cuidado com o meio ambiente impacta a produção.
As análises vão mostrar dados sobre a qualidade da vida no solo, das plantas e até do clima.
Outro ponto importante é que o projeto vai quantificar o quanto de carbono fica armazenado no solo e nos pés de café, um fator que vem ganhando valor no mercado internacional, especialmente no setor de cafés especiais.
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Segundo o agrônomo Luiz Gustavo Rabelo, responsável pelo projeto, serão feitas duas coletas em cada propriedade, uma no início e outra depois de um ano. “Dessa forma, o produtor terá um panorama real da evolução do solo e das plantas, possibilitando aprimorar suas estratégias de manejo”, explicou.
Com a iniciativa, a monteCCer busca dar mais informações técnicas aos cooperados, para que possam usar insumos químicos de forma mais racional, reduzir custos e, ao mesmo tempo, aumentar a qualidade e a competitividade da cafeicultura da região.
Além disso, o projeto reforça o compromisso da cooperativa com a preservação do Cerrado, mostrando que é possível produzir café de forma sustentável e lucrativa.


