Polícia

Boate que fez “gato” na energia elétrica e deu prejuízo de R$ 180 mil é fechada pela polícia

A Polícia Civil interditou, na noite de sexta-feira (30), uma boate localizada na avenida Rondon Pacheco, em Uberlândia, após constatar o uso de energia elétrica obtida por meio de ligação clandestina. O proprietário do estabelecimento, um empresário de 35 anos, foi preso em flagrante. Segundo a investigação, o local funcionava com desvio de energia da rede da Cemig desde pelo menos 2021. Para impedir a leitura do consumo, o medidor havia sido bloqueado com um tapume soldado, o que inviabilizava a fiscalização regular da concessionária. O prejuízo causado pelo furto de energia foi estimado em aproximadamente R$ 180 mil. A ação ocorreu antes da abertura da boate ao público. No momento da fiscalização, apenas o proprietário e funcionários da limpeza estavam no local. Técnicos da Cemig acompanharam a operação e confirmaram a irregularidade na instalação elétrica. O empresário foi conduzido à Delegacia de Plantão, onde foi autuado por furto qualificado. Ele negou envolvimento direto no esquema. Após os procedimentos legais, foi encaminhado ao Presídio Professor Jacy de Assis, onde permanece à disposição da Justiça. A interdição do estabelecimento integra uma operação da Polícia Civil voltada ao combate ao furto de energia elétrica em imóveis comerciais da cidade. Boate publica comunicado com outra versão Nas redes sociais, o perfil da boate no Instagram publicou uma nota oficial em que informava a interrupção do funcionamento. Contudo, a versão apresentada no comunicado é que a empresa havia sido vítima de furto de cabos de energia.

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Boate que fez “gato” na energia elétrica e deu prejuízo de R$ 180 mil é fechada pela polícia

A Polícia Civil interditou, na noite de sexta-feira (30), uma boate localizada na avenida Rondon Pacheco, em Uberlândia, após constatar o uso de energia elétrica obtida por meio de ligação clandestina. O proprietário do estabelecimento, um empresário de 35 anos, foi preso em flagrante.

Segundo a investigação, o local funcionava com desvio de energia da rede da Cemig desde pelo menos 2021.

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Para impedir a leitura do consumo, o medidor havia sido bloqueado com um tapume soldado, o que inviabilizava a fiscalização regular da concessionária. O prejuízo causado pelo furto de energia foi estimado em aproximadamente R$ 180 mil.

A ação ocorreu antes da abertura da boate ao público. No momento da fiscalização, apenas o proprietário e funcionários da limpeza estavam no local. Técnicos da Cemig acompanharam a operação e confirmaram a irregularidade na instalação elétrica.

O empresário foi conduzido à Delegacia de Plantão, onde foi autuado por furto qualificado. Ele negou envolvimento direto no esquema. Após os procedimentos legais, foi encaminhado ao Presídio Professor Jacy de Assis, onde permanece à disposição da Justiça.

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A interdição do estabelecimento integra uma operação da Polícia Civil voltada ao combate ao furto de energia elétrica em imóveis comerciais da cidade.

Boate publica comunicado com outra versão

Nas redes sociais, o perfil da boate no Instagram publicou uma nota oficial em que informava a interrupção do funcionamento. Contudo, a versão apresentada no comunicado é que a empresa havia sido vítima de furto de cabos de energia.

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CD

Cleiton Dias

Redator

Cobertura regional, política, segurança pública e temas de interesse coletivo no interior de Minas Gerais. Produção de reportagens locais, acompanhamento de acontecimentos comunitários e apuração de informações de utilidade pública, com foco em clareza, precisão e responsabilidade editorial.