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Integrante de facção do Pará, “Argentina” é presa em Uberlândia

Uma mulher de 31 anos, identificada pelas iniciais L.L.S. e conhecida no mundo do crime como “Argentina”, foi presa nesta quarta-feira (8) em Uberlândia (MG). Ela era foragida da Justiça do Pará, onde responde por tráfico de drogas e participação em organização criminosa. A prisão ocorreu na zona leste da cidade, em um estabelecimento comercial onde a mulher estava prestando serviços. Contra ela, havia dois mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça paraense. De acordo com a Polícia Civil, Argentina foi investigada na Operação Cara Crachá, deflagrada em setembro de 2024 pela Divisão de Repressão ao Crime Organizado da Polícia Civil do Pará (DRCO). Na ocasião, ela não foi localizada e teria fugido para Uberlândia. Na cidade do Triângulo Mineiro, Argentina teria continuado as atividades criminosas, representando a facção criminosa. Após a prisão, a mulher foi levada para a Delegacia de Plantão e, em seguida, encaminhada ao Presídio Professor Jacy de Assis (Pimenta da Veiga), onde permanece à disposição da Justiça. Se condenada, poderá cumprir pena de até 23 anos de prisão.

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Integrante de facção do Pará, “Argentina” é presa em Uberlândia

Uma mulher de 31 anos, identificada pelas iniciais L.L.S. e conhecida no mundo do crime como “Argentina”, foi presa nesta quarta-feira (8) em Uberlândia (MG).

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Ela era foragida da Justiça do Pará, onde responde por tráfico de drogas e participação em organização criminosa.

A prisão ocorreu na zona leste da cidade, em um estabelecimento comercial onde a mulher estava prestando serviços. Contra ela, havia dois mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça paraense.

De acordo com a Polícia Civil, Argentina foi investigada na Operação Cara Crachá, deflagrada em setembro de 2024 pela Divisão de Repressão ao Crime Organizado da Polícia Civil do Pará (DRCO). Na ocasião, ela não foi localizada e teria fugido para Uberlândia.

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Na cidade do Triângulo Mineiro, Argentina teria continuado as atividades criminosas, representando a facção criminosa.

Após a prisão, a mulher foi levada para a Delegacia de Plantão e, em seguida, encaminhada ao Presídio Professor Jacy de Assis (Pimenta da Veiga), onde permanece à disposição da Justiça.

Se condenada, poderá cumprir pena de até 23 anos de prisão.

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Escrito por

Cleiton Dias

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