Polícia Civil fecha o cerco contra perfis anônimos que praticam crimes em Araguari
A Polícia Civil de Araguari intensificou as investigações contra perfis anônimos no Instagram que têm histórico de publicarem conteúdos ofensivos e expondo moradores da cidade. A ofensiva é comandada pelo delegado Fernando Storti, que convocou as vítimas a colaborarem com o inquérito. A medida busca identificar as vítimas e os responsáveis pelas contas anônimas que espalharam mensagens com possíveis crimes de ameaça, difamação, calúnia e exposição indevida de pessoas. Em postagem nas redes sociais, o delegado deixou claro que o caso será tratado com seriedade: “Máscaras devem cair”, escreveu. Storti orienta que quem já registrou boletim de ocorrência (REDS) envie o número do registro via mensagem direta. Quem ainda não formalizou a denúncia pode fazer isso pela Delegacia Virtual. O delegado reforçou que qualquer morador que tenha sido citado ou exposto pelas páginas falsas pode ser considerado vítima, e deve guardar provas como prints, links ou mensagens. As investigações seguem em andamento e envolvem pelo menos cinco perfis anônimos. Storti, contudo, não descarta ampliar o rol de investigados no caso. A expectativa é que, com o apoio da comunidade, os autores sejam identificados e responsabilizados conforme a legislação penal.
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A Polícia Civil de Araguari intensificou as investigações contra perfis anônimos no Instagram que têm histórico de publicarem conteúdos ofensivos e expondo moradores da cidade. A ofensiva é comandada pelo delegado Fernando Storti, que convocou as vítimas a colaborarem com o inquérito.
A medida busca identificar as vítimas e os responsáveis pelas contas anônimas que espalharam mensagens com possíveis crimes de ameaça, difamação, calúnia e exposição indevida de pessoas. Em postagem nas redes sociais, o delegado deixou claro que o caso será tratado com seriedade: “Máscaras devem cair”, escreveu.
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Storti orienta que quem já registrou boletim de ocorrência (REDS) envie o número do registro via mensagem direta. Quem ainda não formalizou a denúncia pode fazer isso pela Delegacia Virtual.
O delegado reforçou que qualquer morador que tenha sido citado ou exposto pelas páginas falsas pode ser considerado vítima, e deve guardar provas como prints, links ou mensagens.
As investigações seguem em andamento e envolvem pelo menos cinco perfis anônimos. Storti, contudo, não descarta ampliar o rol de investigados no caso.
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Cleiton Dias
Redator
Cobertura regional, política, segurança pública e temas de interesse coletivo no interior de Minas Gerais. Produção de reportagens locais, acompanhamento de acontecimentos comunitários e apuração de informações de utilidade pública, com foco em clareza, precisão e responsabilidade editorial.
