Cidade

Prefeitura de Uberlândia diz que custo real por passageiro é de quase R$ 10 e estuda aumento da tarifa do transporte coletivo

A Prefeitura de Uberlândia admitiu que está estudando um aumento na tarifa do transporte coletivo do município, que atualmente custa R$ 4,50 para os passageiros. A administração alega que há uma defasagem grande entre o que é pago pelo usuário e o custo real do serviço, avaliado em quase R$ 10 pela gestão de Paulo Sérgio. Em comunicado à imprensa, a Prefeitura destacou que existe um “avaliação interna” sobre o assunto, mas “ainda não há definição de qualquer previsão de prazo ou sequer de percentual de reajuste, autorizado pelo prefeito municipal, a ser aplicado na tarifa de ônibus deste ano”. A Prefeitura ressaltou que a avaliação que está sendo conduzida pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (Settran) “tem o objetivo de chegar a uma correção somente para minimizar o déficit” do serviço. Na avaliação da Prefeitura, o custo real de cada passageiro é de R$ 9,91. O assunto veio à tona após uma entrevista do secretário de Trânsito e Transportes de Uberlândia, Paulo Romes Junqueira, à TV Paranaíba, falando sobre o tema e sugerindo um aumento de até 20% na tarifa. A possibilidade rapidamente entrou na pauta da oposição, contrária à medida. Nas redes sociais, a vereadora Amanda Gondim (PSB) declarou que “falar em aumento sem buscar melhoria do serviço e resolver as defasagens é piorar a vida do trabalhador”. A deputada federal Dandara (PT), que perdeu a disputa para Paulo Sérgio nas eleições, também se pronunciou: “Como pode uma cidade média ter transporte mais caro que as grandes capitais?”, declarou, comparando o possível novo preço, de R$ 5,40, ao valor cobrado pelo mesmo serviço em São Paulo e Rio de Janeiro. Foto: Divulgação/PMU

2 min de leitura
Início/Cidade
Prefeitura de Uberlândia diz que custo real por passageiro é de quase R$ 10 e estuda aumento da tarifa do transporte coletivo

A Prefeitura de Uberlândia admitiu que está estudando um aumento na tarifa do transporte coletivo do município, que atualmente custa R$ 4,50 para os passageiros. A administração alega que há uma defasagem grande entre o que é pago pelo usuário e o custo real do serviço, avaliado em quase R$ 10 pela gestão de Paulo Sérgio.

Em comunicado à imprensa, a Prefeitura destacou que existe um “avaliação interna” sobre o assunto, mas “ainda não há definição de qualquer previsão de prazo ou sequer de percentual de reajuste, autorizado pelo prefeito municipal, a ser aplicado na tarifa de ônibus deste ano”.

Canal no WhatsApp

Receba as principais notícias diretamente no seu celular.

Entrar no Canal

A Prefeitura ressaltou que a avaliação que está sendo conduzida pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (Settran) “tem o objetivo de chegar a uma correção somente para minimizar o déficit” do serviço. Na avaliação da Prefeitura, o custo real de cada passageiro é de R$ 9,91.

O assunto veio à tona após uma entrevista do secretário de Trânsito e Transportes de Uberlândia, Paulo Romes Junqueira, à TV Paranaíba, falando sobre o tema e sugerindo um aumento de até 20% na tarifa.

A possibilidade rapidamente entrou na pauta da oposição, contrária à medida. Nas redes sociais, a vereadora Amanda Gondim (PSB) declarou que “falar em aumento sem buscar melhoria do serviço e resolver as defasagens é piorar a vida do trabalhador”.

Siga nossas Redes

Acompanhe bastidores e notícias exclusivas no Instagram.

Seguir Perfil

A deputada federal Dandara (PT), que perdeu a disputa para Paulo Sérgio nas eleições, também se pronunciou: “Como pode uma cidade média ter transporte mais caro que as grandes capitais?”, declarou, comparando o possível novo preço, de R$ 5,40, ao valor cobrado pelo mesmo serviço em São Paulo e Rio de Janeiro.

Foto: Divulgação/PMU

Nossa Newsletter

Receba as principais notícias e novidades da região no seu e-mail.

Compartilhe esta notícia

CD

Cleiton Dias

Redator

Cobertura regional, política, segurança pública e temas de interesse coletivo no interior de Minas Gerais. Produção de reportagens locais, acompanhamento de acontecimentos comunitários e apuração de informações de utilidade pública, com foco em clareza, precisão e responsabilidade editorial.