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Prefeitura de Grupiara rebate vereadora e apresenta versão sobre compra de Hilux

Mais de duas semanas após a denúncia, vice-prefeito diz que compra ocorreu abaixo do preço de mercado e apresenta justificativa para o veículo ter ficado sem uso

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2 min de leitura
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Foto: Reprodução

Mais de duas semanas após ser denunciada ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Minas Gerais pela vereadora Janaína Dias (PP), a Prefeitura de Grupiara apresentou sua versão sobre a compra e uso de uma caminhonete Toyota Hilux.

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Em vídeo publicado nas redes sociais, o vice-prefeito Ismar José Leandro, o Mazinho, ao lado do prefeito Rogério Honorato Machado, declarou que a aquisição do veículo ocorreu abaixo do preço da Tabela Fipe e apontou que a caminhonete estava inoperante devido à falta de documentação e de adequações na identidade visual.

O vice-prefeito afirmou ainda que irá tomar medidas judiciais contra as "informações falsas" divulgadas pela vereadora.

Entenda o caso

Em agosto, a vereadora Janaína Dias denunciou a Prefeitura ao Gaeco. Na representação, a vereadora aponta que a caminhonete, adquirida com recursos da Saúde pelo valor de  R$ 274.900,00  estaria parada, sem uso, em um lote próximo à Prefeitura.

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A vereadora também questionou o preço pago pela Hilux, pois em suas pesquisas, o valor desembolsado estaria acima da Tabela Fipe, utilizada como referência na compra e venda de automóveis.

Na denúncia, a vereadora ainda argumentou que - apesar de comprada pela Prefeitura com recursos do Fundo Municipal de Saúde/Vigilância em Saúde, a caminhonete estaria registrada em nome de uma empresa de Brasília, e emplacada na cidade de Goiânia.

O vice-prefeito rebateu as denúncias. Mazinho apresentou um Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) mostrando que a Hilux foi registrada em Grupiara. A data, contudo, mostra que o veículo foi regularizado apenas em 25 de agosto, após a exposição feita pela vereadora.

Mazinho também afirmou que o veículo foi comprado abaixo do preço de mercado e da Tabela Fipe.

O vice-prefeito acrescentou ainda que a Hilux estava sem uso pela falta de documentação e de plotagem.

"A caminhonete não estava rodando porque o documento oficial do DETRAN só ficou pronto agora, dia 25 de agosto de 2016. Além disso, a lei exige que o veículo receba adesivo, exemplo, plotagem da Prefeitura e do Governo, antes de ir para a rua".

Veja o vídeo:

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Danilo Gonçalo

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Danilo Gonçalo

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