Uberaba poderá vender “naming rights” de espaços esportivos da cidade
A Câmara Municipal de Uberaba aprovou um projeto que autoriza a Prefeitura a vender o direito de dar nome aos espaços esportivos da cidade. Agora, a administração poderá ceder os “naming rights” de praças e centros esportivos, da mesma forma que clubes de futebol exploram suas arenas, em troca de dinheiro. O projeto foi aprovado na sessão de segunda-feira (10). O texto é de autoria do vereador Caio Godoi, que a medida pode promover “menos gastos para os cofres públicos, mais qualidade e preservação dos prédios, além de firmar parcerias que fortalecem nossa cidade”. A proposta ganhou a adesão dos vereadores e foi aprovada com 18 votos. Agora, o texto segue para análise da prefeita de Uberaba, Elisa Araújo, que pode vetar ou sancionar o projeto. Sua implementação depende exclusivamente da iniciativa da Prefeitura. O que é “naming rights” e como a Prefeitura vai ganhar dinheiro com isso Naming Rights é um termo em inglês para denominar o direito de dar nome a algo. Virou popular entre os fãs do futebol, com a explosão de construção de arenas esportivas e as consequentes parcerias com empresas para estampar o nome nesses estádios. Em Minas, temos o exemplo do Atlético, que cedeu os direitos de nomear sua arena para a MRV. Em São Paulo, o Corinthians negociou o nome do seu estádio com a Neo Química, o Palmeiras com a Allianz, e o São Paulo, com a marca BIS, transformando o nome do Morumbi em MorumBIS. A medida não é nova em espaços públicos. O Governo de São Paulo, por exemplo, negociou o naming rights de estações do Metrô. Lá você pode embarcar na estação Saúde/Ultrafarma e desembarcar em Carrão/Assai Atacadista. O mesmo poderá ocorrer nos ginásios de Uberaba. Em troca de recursos que poderão ser aplicados em melhorias no próprio local ou em outras áreas, empresas interessadas terão condição de estampar suas marcas nesses espaços. O projeto não define valor. A contrapartida das empresas deverá ser definida pela Prefeitura.
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A Câmara Municipal de Uberaba aprovou um projeto que autoriza a Prefeitura a vender o direito de dar nome aos espaços esportivos da cidade. Agora, a administração poderá ceder os “naming rights” de praças e centros esportivos, da mesma forma que clubes de futebol exploram suas arenas, em troca de dinheiro.
O projeto foi aprovado na sessão de segunda-feira (10). O texto é de autoria do vereador Caio Godoi, que a medida pode promover “menos gastos para os cofres públicos, mais qualidade e preservação dos prédios, além de firmar parcerias que fortalecem nossa cidade”.
A proposta ganhou a adesão dos vereadores e foi aprovada com 18 votos. Agora, o texto segue para análise da prefeita de Uberaba, Elisa Araújo, que pode vetar ou sancionar o projeto. Sua implementação depende exclusivamente da iniciativa da Prefeitura.
O que é “naming rights” e como a Prefeitura vai ganhar dinheiro com isso
Naming Rights é um termo em inglês para denominar o direito de dar nome a algo. Virou popular entre os fãs do futebol, com a explosão de construção de arenas esportivas e as consequentes parcerias com empresas para estampar o nome nesses estádios.
Em Minas, temos o exemplo do Atlético, que cedeu os direitos de nomear sua arena para a MRV.
Em São Paulo, o Corinthians negociou o nome do seu estádio com a Neo Química, o Palmeiras com a Allianz, e o São Paulo, com a marca BIS, transformando o nome do Morumbi em MorumBIS.
A medida não é nova em espaços públicos. O Governo de São Paulo, por exemplo, negociou o naming rights de estações do Metrô. Lá você pode embarcar na estação Saúde/Ultrafarma e desembarcar em Carrão/Assai Atacadista.
O mesmo poderá ocorrer nos ginásios de Uberaba. Em troca de recursos que poderão ser aplicados em melhorias no próprio local ou em outras áreas, empresas interessadas terão condição de estampar suas marcas nesses espaços.
O projeto não define valor. A contrapartida das empresas deverá ser definida pela Prefeitura.
Cleiton Dias
Redator
Jornalista com atuação voltada à cobertura regional, política, segurança pública e temas de interesse coletivo no interior de Minas Gerais. Trabalha na produção de reportagens locais, acompanhamento de acontecimentos comunitários e apuração de informações de utilidade pública, com foco em clareza, precisão e responsabilidade editorial. Possui experiência em cobertura diária de cidades do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, incluindo pautas sobre administração pública, saúde, educação, trânsito, agronegócio e eventos regionais. Atua com produção de conteúdo digital, jornalismo mobile e atualização em tempo real para plataformas online e redes sociais. No Notícias do Triângulo, participa da apuração, redação e publicação de notícias voltadas à população regional, seguindo princípios de verificação de informações, transparência editorial e compromisso com o interesse público.

